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Alejandro Valeiko deve ser transferido para outro presídio na manhã desta terça

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Após se apresentar a polícia na tarde desta segunda-feira (7) para prestar esclarecimentos sobre a morte do engenheiro Flávio Rodrigues, 42, e ser levado para o centro de triagem do Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM1), onde passou a noite, Alejandro Valeiko, 29, deverá ser encaminhado para um outro presídio nas próximas horas.

Alejandro estava prestando depoimento na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestro (DEHS), na noite dessa segunda-feira (7), quando recebeu a informação de que o desembargador José Hamilton teria convertido sua prisão domiciliar em prisão temporária.

A Justiça já teria determinado que ele seja transferido para outra unidade prisional que ainda não foi divulgada. Ele deve deixar o CDPM1 ainda nesta manhã, como foi confirmado pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado (Seap).

Já estavam presas cinco pessoas, também investigadas pela participação no homicídio do engenheiro, sendo José Edvandro Martins de Souza Junior, 31, Elielton Magno de Menezes Gomes Junior, 22, e o chefe de cozinha Vitorio Del Gatto, que morava na residência.

O policial militar Elizeu da Paz de Souza, 37, que estava lotado na Casa Militar da Prefeitura de Manaus e, conforme investigações, seria segurança de Alejandro, também foi preso. Outro preso foi Mayc Vinicius Teixeira Parede, 37. Conforme as investigações, Elizeu e Mayc estiveram juntos no condomínio na noite em que ocorreu o homicídio de Flávio.

O corpo do engenheiro Flávio Rodrigues dos Santos foi encontrado na tarde do dia 30 de setembro deste ano, em um terreno no bairro Tarumã, zona oeste de Manaus, horas depois de estar em um condomínio no bairro Ponta Negra, na casa de Alejandro.

Judicial

No domingo (6), a desembargadora Joana Meirelles concedeu o pedido de Habeas Corpus da defesa de Alejandro, transformando a prisão temporária em prisão domiciliar do filho da primeira-dama do município, ao acatar o pedido da defesa do suspeito, que informou a falta de “saúde mental” de Alejandro, pelo excessivo uso de entorpecentes, para permanecer preso. O pedido foi feito pelos advogados Marco Aurélio Choy e Yuri Dantas. A decisão foi derrubada nesta segunda-feira.

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