Brasil – Foi confirmado nesta sexta-feira (4) que o corpo encontrado em uma área de mata na região de Guarani de Goiás pertence à vendedora Vanessa Soares, de 24 anos, que estava desaparecida desde o dia 21 de março. A identificação foi feita por meio da papiloscopia, técnica que utiliza impressões digitais, conforme informou a Polícia Técnico-Científica. Apesar do estado de decomposição, os peritos conseguiram atestar a identidade da jovem.
O principal suspeito do crime é o marido da vítima, Paulo Henrique Soares, que está preso preventivamente. Foi ele quem indicou à polícia o local onde o corpo de Vanessa estava enterrado, em uma cova rasa às margens de uma estrada com acesso pela GO-108. No entanto, de acordo com o delegado responsável pelo caso, o suspeito não confessou o assassinato. A defesa de Paulo Henrique comunicou nesta sexta-feira que deixou o caso, e até o momento, não há informações sobre quem assumirá sua representação legal.
Vanessa foi vista pela última vez no dia 21 de março. Na ocasião, Paulo Henrique teria ligado para os pais da jovem, afirmando que, ao acordar durante a noite, percebeu que a esposa não estava mais em casa. Diante do desaparecimento, uma força-tarefa foi montada para procurar a vendedora. Familiares, amigos, moradores e equipes da polícia e do Corpo de Bombeiros participaram das buscas, que contaram com o apoio de drones cedidos por voluntários.
O corpo foi localizado 13 dias depois do desaparecimento. O sepultamento de Vanessa aconteceu na última quinta-feira (3), às 17h30, no Cemitério Santana, em Posse (GO). Antes do enterro, familiares e amigos realizaram um culto de despedida no memorial da funerária, em homenagem à jovem que frequentava a igreja evangélica.
“A funerária conseguiu fazer um procedimento para que tivéssemos um momento de velório. Então, com ajuda de amigos, realizamos um culto antes do sepultamento”, contou Valdinei Soares, irmão da vítima.
Como forma de luto e solidariedade, a Prefeitura Municipal de Posse decretou três dias de luto oficial pelo falecimento da jovem. O clima na cidade é de comoção e indignação.
As investigações seguem em andamento, e a polícia trabalha para esclarecer as circunstâncias do crime e responsabilizar os envolvidos.
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