Manaus (AM) – Dos três casos suspeitos da varíola dos macacos (a Monkeypox) que sestavam sendo monitorados no Amazonas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), dois deles foram descartados em nota divulgada pela Fundação de Vigilância em Saúde Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), um caso suspeito da doença ainda segue sendo monitorado.
Em nota, FVS-RCP informou que as duas pacientes, de 26 e 31 anos, não preenchem a definição de caso suspeito para monkeypox do Ministério da Saúde. O terceiro paciente apresenta melhora clínica com regressão de sintomas e as pessoas que tiveram contato direto com o paciente, até o momento não apresentaram lesões.
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Tratamento
Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões, de acordo com a Opas. O maior risco de agravamento ocorre, em geral, para pessoas imunossuprimidas com HIV/aids, leucemia, linfoma, metástase, transplantados, pessoas com doenças autoimunes, gestantes, lactantes e crianças com menos de 8 anos.
Os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.
Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido usado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.
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