Equipe de transição de Lula já conta com quase 300 nomes indicados

Ao todo, 31 grupos técnicos compõem a estrutura transitória responsável pelos preparativos antes da posse de Lula (PT)
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(Foto Reprodução/Instagram/@lulaoficial)

Com informações do Congresso em Foco

O vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) anunciou nesta quarta-feira (16) os últimos nomes que vão integrar o governo de transição. Ao todo, 31 grupos técnicos compõem a estrutura transitória responsável pelos preparativos antes da posse de Lula (PT). São quase 300 nomes.

A equipe de transição governamental pode ter até 50 integrantes nomeados. Não há limite para o número de voluntários. As nomeações dos “Cargos Especiais de Transição Governamental” são feitas pelo ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, e publicadas no Diário Oficial da União (DOU).

O gabinete temporário da equipe fica situado no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a cerca de 8 km do Palácio do Planalto. O espaço localizado no segundo andar tem um gabinete para Lula e outro para Alckmin, além de outros quinze gabinetes para as demais autoridades, quatro salas de reuniões, uma sala de coworking com 39 postos de trabalho, 91 computadores e serviços de telefonia e impressoras.

Veja alguns dos principais nomes

Entre os nomes divulgados, estão velhos e novos conhecidos de governos petistas anteriores. A senadora e ex-ministra da Agricultura Kátia Abreu (PP-TO) foi anunciada como parte da equipe que tratará do tema durante a transição. Já o deputado André Janones (Avante-MG) vai atuar no núcleo de comunicação social. Também foram anunciados os nomes dos ex-ministros Alexandre Padilha (Saúde) e Celso Pansera (Ciência e Tecnologia) e Marina Silva (Meio Ambiente).

Até o momento, não foram anunciados os nomes que farão parte do grupo responsável pela área da Defesa. Nessa quinta-feira (17), o coordenador dos grupos técnicos Aloizio Mercadante afirmou que os nomes só deverão ser revelados após o retorno de Lula para o Brasil. “Do GT [grupo de trabalho] de Defesa acho que nós vamos ter uma excelente composição, mas nós só vamos bater o martelo com o presidente [eleito]”, afirmou Mercadante.

Segundo o ex-ministro, as Forças Armadas têm “algumas questões pontuais”. “Tem um problema institucional, o lugar das Forças Armadas, a relação com a Constituição, mas isso não é propriamente um tema do grupo de trabalho”, disse.

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