Justiça do Amazonas mantém prisões preventivas no Caso Djidja Cardoso

Entre os requerentes estavam Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso Neto, respetivamente mãe e irmão de Djidja
Especial Publicitário
Foto: Reprodução

Manaus (AM) – A Justiça do Amazonas decidiu manter a custódia cautelar dos acusados no processo que investiga o chamado Caso Djidja Cardoso. A deliberação é da juíza Roseane do Vale Cavalcante Jacinto, da Comarca de Manaus, que rejeitou todos os pedidos de soltura e de flexibilização das medidas apresentados pelas defesas.

Entre os requerentes estavam Cleusimar Cardoso e Ademar Cardoso Neto, respetivamente mãe e irmão de Djidja. A magistrada entendeu que não há ilegalidade na duração do processo, afastando a alegação de excesso de prazo. Segundo a decisão, o tempo de tramitação é compatível com a complexidade da investigação, que envolve múltiplos réus e um conjunto extenso de provas.

Os autos apontam para a suposta aquisição e utilização recorrente de cetamina, fármaco de uso veterinária, em contextos familiar e comercial, conduta que, de acordo com o juízo, representa risco concreto à ordem pública. Para a juíza, continuam presentes os pressupostos legais da prisão preventiva, como a existência de indícios suficientes de autoria e a comprovação da materialidade dos crimes.

Além de negar a libertação dos réus detidos, a decisão também recusou a substituição das prisões por medidas menos gravosas, como prisão domiciliar ou autorizações para deslocamento entre estados. No caso dos investigados que respondem em liberdade, foi mantida a obrigatoriedade do uso de tornozeleira eletrónica, a exemplo de Verônica Seixas.

Leia mais:

Receba notícias do Portal Tucumã no seu WhatsApp e fique bem informado!
CLIQUE AQUI: https://cutt.ly/96sGWrb

Tags:
Compartilhar Post:
Especial Publicitário
Banner TCE
Manaus é Chibata