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LIBERDADE: Justiça determina soltura de delegado de Carauari

A liminar que determinou a soltura de Régis foi emitida pelo ministro Ribeiro Dantas
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Foto: Reprodução/Vídeo

Manaus (AM) – Após ter seu pedido de liberdade negado pelo desembargador José Hamilton Saraiva dos Santos, o delegado Régis Celeghini, titular da 65ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Carauari, no interior do Amazonas, foi solto por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta segunda-feira (12).

Celeghini foi preso após denunciar o juiz da comarca da cidade, Jânio Tutomo Takeda, por crimes de corrupção.

A liminar que determinou a soltura de Régis foi emitida pelo ministro Ribeiro Dantas. O delegado, que passou três dias detido, deverá deixar a carceragem da Delegacia Geral, em Manaus, ainda na noite desta segunda-feira. Ele está sendo acompanhado por equipes do sindicato dos delegados no estado.

Relembre o caso

Menos de trinta dias após assumir a liderança da 65ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Carauari, no interior do Amazonas, o delegado Régis Celeghini foi detido nessa quarta-feira (7) após acusar o juiz da comarca da cidade, Jânio Tutomo Takeda, de envolvimento em crimes de corrupção.

A prisão foi ordenada pelo próprio magistrado durante uma inspeção na referida delegacia, sendo todo o episódio registrado em vídeo pelo delegado.

Uma equipe do poder judiciário compareceu à delegacia para avaliar as condições das celas e dos detentos. O delegado abordou o juiz durante a coordenação da ação, informando-lhe que havia apresentado uma denúncia contra ele no Ministério Público do Amazonas (MPAM).

No registro, o titular da 65ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Carauari refere-se ao juiz como “um dos principais agentes corruptos da cidade”. Diante da acusação, Jânio Takeda ordenou a prisão do delegado.

A denúncia apresentada pelo delegado e formalizada no Ministério Público do Amazonas (MPAM) tem como origem uma inspeção realizada por ele ao assumir o comando da delegacia em janeiro deste ano.

Conforme relatado por Régis, diversas irregularidades foram identificadas na unidade policial, incluindo o caso de um detento já condenado pela justiça, que permanecia recluso há seis anos e utilizava um celular livremente em sua cela. O delegado acrescenta que o aparelho era empregado pelo detento para se comunicar diretamente com o juiz Takeda.

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