Brasil – Um vídeo registrou o momento em que Suzane Von Richthofen deixou a prisão após 20 anos. Ela estava na Penitenciária Feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé (SP), onde saiu na última quarta-feira (11).
Nas imagens, Suzane mostra extrema felicidade ao entrar em um carro, na companhia de outra mulher. Em 2022, Richthofen foi presa pelo assassinato brutal de seus pais, Manfred e Marísia Von Richthofen
A Justiça de São Paulo concedeu à Suzane progressão para o regime aberto. A decisão foi feita pela 2ª Vara de Execuções Criminais de Taubaté com base no cumprimento, por parte da detenta, de todos os requisitos estabelecidos pela Lei de Execução Penal.
Em regime semiaberto desde 2015, ela foi condenada a 39 anos e seis meses de prisão.
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“Lili cantou”: Veja reação de Suzane Von Richthofen ao sair da prisão após 20 anos; assista pic.twitter.com/VuYlUWOEEQ
— Portal Tucumã Oficial (@portaltucuma_) January 19, 2023
O regime aberto é aquele onde a execução da pena será cumprida em casa ou estabelecimento adequado. No entanto, a pena em regime aberto somente pode ser cumprida em residência particular quando o condenado possuir mais de 70 anos, doença grave, filho menor de idade ou deficiente físico ou mental, ou estiver gestante. O regime aberto pode ser aplicado desde o início do cumprimento da pena a condenados não reincidentes, cuja pena seja igual ou inferior a 4 anos.
Dramaturgia
Em qual ordem assistir aos filmes sobre caso de Suzane von Richthofen?
Um dos lançamentos mais aguardados do Amazon Prime Video em setembro é a dobradinha A Menina que Matou os Pais e O Menino que Matou Meus Pais. Protagonizados por Carla Diaz e Leonardo Bittencourt, os filmes estreiam nesta sexta-feira (24), reconstituindo o chocante caso de Suzane von Richthofen. Em 2002, junto de seu namorado Daniel Cravinhos, a jovem se declarou culpada pelo assassinato brutal de seus pais. Mais de 18 anos depois, o crime chega às telonas em duas versões diferentes – a primeira pelo olhar de Daniel; a segunda sob a perspectiva de Suzane.
Desde que os projetos foram anunciados, em julho de 2018, uma pergunta parece intrigar o público: por que contar a mesma história em duas partes? O AdoroCinema também ficou curioso e decidiu sanar a dúvida durante uma entrevista com a equipe criativa dos longas. Para Raphael Montes, que assina o roteiro ao lado da criminóloga Ilana Casoy, havia uma necessidade de se entender o que aconteceu antes do homicídio.
Ele conta que questionou sua parceira: “‘Como eles chegaram nisso?’, ‘Qual a relação que eles tinham com aquela família?’, ‘Quem era ele?’, ‘Quem era ela?’, ‘Como ela o cumprimentou naquele dia?’”. Indagações que, de acordo com Montes, representam um incômodo tipicamente humano. E Ilana retrucou: “‘Eu não sei, eu não estava lá. Eu só sei o que ele disse e o que ela disse’”.
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