Menina de 13 anos é estuprada por primo e engravida no Amazonas

O suspeito se aproveitou da relação familiar
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Foto: Erlon Rodrigues/PC-AM

Manaus (AM) – Um homem, de 19 anos, foi preso nesta quinta-feira (29), por estupro de vulnerável da prima, de 13 anos. A prisão ocorreu no município, de São Paulo de Olivença (a 985 quilômetros de Manaus), no Amazonas.

A ação integra a Operação Caminhos Seguros, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que tem como objetivo o enfrentamento a crimes e violências cometidos contra crianças e adolescentes em todo o país.

De acordo com o delegado Igor Nunes, da 52ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP), as investigações apontaram que o suspeito se aproveitou da relação familiar e da proximidade com a vítima para cometer o crime.

“Na ocasião, ele convidou a vítima para ir até o seu quarto, sob o pretexto de assistir uns vídeos, e praticou o abuso sexual. A adolescente foi submetida ao exame de corpo de delito que confirmou a conjunção carnal”, disse o delegado.

Segundo o delegado, a violência sexual acabou resultando em uma gravidez. Assim que o crime foi denunciado, as investigações foram iniciadas para prender o autor.

“Representamos à Justiça pela prisão preventiva do indivíduo e, após a expedição, saímos em diligências e conseguimos cumprir o mandado na data de ontem”, falou o delegado.

Procedimentos

O homem responderá por estupro de vulnerável e está à disposição da Justiça.

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Imagens de segurança registraram Emilly Azevedo Sena, de 16 anos, grávida de nove meses, caminhando sozinha em direção à residência de Nataly Helen Martins Pereira, de 25 anos, localizada no Bairro Jardim Florianópolis, em Cuiabá, por volta das 10h da manhã. Conversas de WhatsApp revelam que a suspeita enviou sua localização e chegou a pagar pelo transporte da jovem até o local.

A adolescente foi assassinada e teve seu bebê roubado após ser atraída para a casa de Nataly, sob o pretexto de receber doações de roupas infantis.

No dia seguinte, 13 de março, Nataly e seu marido compareceram ao Hospital e Maternidade Santa Helena, em Cuiabá, alegando que a mulher havia dado à luz em casa. No entanto, a equipe médica desconfiou da versão apresentada, acionando a polícia, que deteve o casal.

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