Brasil – Após o ministro Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, declarar nulas as provas do Acordo de Leniência firmado pela Odebrecht no âmbito da Lava Jato. O ministro Flavio Dino sai em defesa de decisão.
“Eu acho que a questão, à essas alturas, tem exatamente essa dimensão que você descreve, é uma reparação histórica. Esse trecho da decisão bastante claro, bastante eloquente, demonstra o que nós viemos dizendo há muitos anos, ou seja, que para fazer justiça, você deve observar as normas legais. Existem regras que são mandatórias, e essas regras é que conseguem distinguir com precisão o inocente do culpado” afirmou o ministro durante evento.
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Brasil – O ex-juiz da Lava Jato e senador, Sergio Moro (Podemos), reagiu a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli que retirou as acusações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Acordo de Leniência da empresa Odebrecht nesta quarta-feira (6).
Nas redes sociais, Moro disse que a corrupção nos governos do Partido dos Trabalhadores foi real, houveram diversas confissões de crimes e mais de R$ 6 bilhões foram recuperados para os cofres públicos brasileiros e que vai levar o caso ao Senado.
Decisão de Toffoli
Na decisão, Toffoli disse que as provas contra Lula são imprestáveis e pediu que os agentes públicos que participaram do acordo de leniência sejam identificados e que sejam apuradas as responsabilidades deles nesse acordo que segundo o ministro, não seguiu às formalidades
“Diante desses fatos que corroboram as conclusões de que os referidos elementos de prova são imprestáveis, e da gravidade dos fatos relatados e apurados na presente Reclamação”, pontuou o ministro.
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