Manaus (AM) – O Museu do Crime reabriu esse mês e já atrai o público que se interessa em saber sobre os crimes que aconteceram no estado do Amazonas. As visitações guiadas são gratuitas e acontecem de terça a sábado, das 9h às 17h, com visitantes divididos em grupos, a cada 30 minutos. E a exposição é realizada no Palácio da Justiça, localizado na Eduardo Ribeiro, n.º 901, no Centro de Manaus.
Para quem tem interesse de conhecer as histórias de crimes cruéis, que viralizam na internet, o museu tem a proposta de relatar crimes antigos, como, por exemplo, a exposição “Do Crime ao Castigo”que faz com que o visitante tenha uma experiência imersiva, onde o visitante participa de júri popular e recebem informações sobre casos que tiveram grande repercussão na sociedade amazonense.
Conforme a Turismóloga do Palácio da Justiça, Hany Cândido, o museu do crime recebe muitos visitantes, e o espaço é dividido em cinco espaços que despertam a curiosidade do público pelo acervo de crimes reais que marcaram o Amazonas e, até mesmo, outros lugares do mundo.
“O Museu do Crime tem cinco espaços divididos em: sala dos crimes, o tribunal do júri popular, sala secreta onde os juízes decidiam a sentença do réu, exposição de crimes e explicações legislativas, além da sala de desembargadores”, informa a turismóloga.
“O Museu do Crime tem a maioria da estrutura original preservada, além de contar sobre casos de grande repercussão que marcaram o Amazonas, e isso deixa o público curioso com os desfechos e em ver as provas e materiais apreendidos, como armas, máscaras, motosserra, caça-níquéis e outros”, informou.
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Mundo – Um repórter identificado como Dylan Lyons morreu nesta quarta-feira (22), durante uma cobertura de um assassinato nos Estados Unidos. Dylan estava acompanhado de um fotógrafo, Jesse Walden.
Eles estavam apurando informações sobre um caso de uma mulher que havia sido morta em Pine Hills, na Flórida, quando foram surpreendidos por um ataque de Keith Melvin Moses, de 19 anos.
Conforme o delegado da polícia John Mina, o jovem efetuou disparos contra o carro em que os dois profissionais se encontravam. Depois, o assassino teria atirado em uma mulher e sua filha de apenas 9 anos, que moravam em uma residência nas proximidades.
A criança não resistiu aos ferimentos e morreu. O motivo do crime ainda não foi revelado. Ainda segundo as autoridades, o assassino já tem uma longa ficha na polícia que inclui porte ilegal de arma e agressões.
Não há informações se o atirador foi preso ou se conseguiu fugir.
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