Novas urnas, produzidas em Manaus, darão mais agilidade às eleições, diz TSE

A apresentação do novo equipamento foi na manhã desta segunda-feira pelo ministro Luís Roberto Barroso
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(Foto: Reprodução/TSE)

MANAUS | Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso apresentou nesta segunda-feira (13) as novas urnas eletrônicas, que serão usadas durante as eleições de 2022. A apresentação do equipamento foi em Manaus, durante visita do ministro à capital amazonense.

De acordo com o ministro, ela será mais moderna, mais segura e trará novos recursos de acessibilidade, informou o TSE. As principais mudanças da urna eletrônica modelo 2020 (UE 2020) são:

  • Terminal do mesário sem teclado físico, e superfície sensível ao toque;
  • Processador 18 vezes mais rápido que o modelo 2015;
  • Bateria do tipo Lítio Ferro-Fosfato, que não precisam de recarga;
  • Mídia de aplicação do tipo pen-drive;

A nova urna eletrônica dará maior celeridade na identificação do eleitorado. Enquanto uma primeira pessoa vota, outra pode ser identificada pelo mesário.

O TSE voltou a ressaltar que as urnas eletrônicas não se conectam a nenhum tipo de rede, internet ou bluetooth. Dessa forma, para que fosse possível fraudar o equipamento, seria necessário superar mais de 30 barreiras de proteção.

“A urna utiliza o que há de mais moderno em termos de criptografia, assinatura e resumo digitais. Tudo isso garante que somente o sistema desenvolvido pelo TSE e certificado pela Justiça Eleitoral seja executado nos equipamentos”, informou.

Nas próximas eleições, serão utilizadas urnas produzidas a partir de 2009. Atualmente, o país tem um parque eletrônico estimado de 577.125 equipamentos.

Produção das urnas 

É na capital do Amazonas que são produzidos os módulos que vão compor as urnas modelo UE2020. A linha de produção da Positivo Tecnologia – que venceu a licitação e vai fabricar 225 mil urnas, de um total de 577 mil que serão usadas nas Eleições Gerais de 2022 – segue rigorosos padrões de segurança. Cada fase é acompanhada de perto pela equipe da Coordenadoria de Tecnologia Eleitoral (Cotel), da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE.

As urnas que estão em processo de fabricação são mais modernas, seguras e com mais requisitos de acessibilidade.

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