Brasil – A Justiça do Mato Grosso decretou, nesta sexta-feira (6), a prisão preventiva de Yuri Alexandre Rodrigues da Silva, de 28 anos, suspeito de matar a facadas a colega de trabalho Vânia Cristina Benini, de 38 anos, no município de Ribeirãozinho, a 465 km de Cuiabá. A vítima estava grávida de quatro semanas.
Yuri, que ocupava o cargo de gerente em uma empresa de transmissão de energia elétrica onde Vânia também trabalhava, havia sido preso em flagrante. Agora, com a conversão da prisão, ele seguirá detido enquanto o inquérito policial avança. O caso é investigado como feminicídio pela Polícia Civil.
Segundo informações repassadas pela polícia, os dois mantinham um relacionamento extraconjugal. Uma das linhas de investigação aponta que o assassinato pode ter sido motivado pela recusa de Vânia em interromper a gestação.
Em depoimento, Yuri confirmou o envolvimento com a vítima e disse que os dois haviam se encontrado cerca de quatro vezes nos últimos meses. Ele negou saber da gravidez e relatou desentendimentos recentes entre os dois no ambiente de trabalho.
Nas redes sociais, Yuri se apresenta como casado e pai de três filhas, além de cursar uma formação na área de controle e automação.
A Polícia Civil segue reunindo provas e ouvindo testemunhas para esclarecer os detalhes e a motivação do crime. O corpo de Vânia foi sepultado sob forte comoção no interior do estado.
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Ramon Silva Gomes foi preso no dia 30 de maio, suspeito de envolvimento na morte da enteada Maria Victória Rodrigues dos Santos, grávida de cinco meses, em Itaueira, no Sul do Piauí. De acordo com a Polícia Civil, ele havia dito que no momento do crime estava na casa dos pais, contudo, com base em dados de operadoras de telefonia, aplicativos e registros de conexão, ele esteve no local e no momento do assassinato.
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