Saiba quem é chefão do tráfico que mandou ‘Richthofen Baiana’ matar própria mãe

Adolescente fez um armadilha para a própria mãe ser executada
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(Foto: Montagem)

Brasil – Uillian da Silva Guimarães, conhecido como “Gordura” ou “Guigó”, líder máximo da facção Anjos da Morte (ADM), foi identificado como o mandante do crime que chocou o Brasil. Este criminoso, foragido da Justiça desde sua fuga do presídio de Eunápolis em dezembro de 2023, seria o mandante por trás da execução de Yane Soares Matos, mãe da assassina confessa que planejou toda a brutalidade contra a própria.

A ADM, embora pouco conhecida nacionalmente, estabeleceu um império de terror no paraíso turístico do litoral sul da Bahia. Enquanto visitantes desfrutam das praias de Caraíva e Trancoso, a facção controla o tráfico de drogas em Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Pindorama e até em territórios indígenas adjacentes. Sua aliança com o Bonde do Maluco (BDM) e conexões com o Primeiro Comando da Capital (PCC) transformaram “Gordura” em uma das figuras mais perigosas do crime organizado na região.

Líder da facção que mandou uma adolescente matar a própria mãe (Foto: DIvulgação)

O perfil criminoso de “Gordura” é marcado por uma escalada de violência. Acusado de participar do assassinato de um policial militar durante um assalto aos Correios em 2015, ele também é o mandante de ataques a comunidades indígenas, como o ocorrido na Aldeia Xandó, onde casas foram metralhadas. Seu currículo inclui ainda roubos a bancos com uso de explosivos e uma série de homicídios que lhe renderam três mandados de prisão em aberto.

No caso de Yane, investigações revelaram que “Gordura” pessoalmente autorizou a execução quando a mãe ameaçou denunciar as atividades criminosas da filha. A adolescente de 16 anos, completamente dominada pela facção, foi colocada à prova: matar a própria mãe seria seu batismo de sangue no mundo do crime. Testemunhas relatam que o líder da ADM acompanhou à distância toda a preparação do crime, garantindo que a ordem fosse cumprida com brutalidade exemplar.

Atualmente, “Gordura” figura no Baralho do Crime da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, uma lista dos 52 criminosos mais procurados do estado. A Polícia Civil mantém uma caçada implacável, mas o criminoso continua evadido, possivelmente protegido por sua extensa rede de aliados no PCC. Enquanto isso, a ADM segue recrutando adolescentes com promessas de poder e proteção, transformando filhos em assassinos de suas próprias famílias.

O caso de Yane expõe a face mais perversa do crime organizado no país: uma máquina de destruição familiar que usa jovens como armas descartáveis. Enquanto “Gordura” permanece livre, outras mães podem estar na mira de filhos transformados em soldados do tráfico por uma facção que não conhece limites na busca por domínio territorial.

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