Suspeito de estupro coletivo contra jovem Copacabana se entrega e enfrenta tentativa de linchamento no Rio; VÍDEO

Os envolvidos respondem por abuso, cárcere privado e crime com agravante por a vítima ser menor de idade;
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(Foto: Agência Brasil)

Rio de Janeiro (RJ) – Na tarde da última quarta-feira (5) na saída da delegacia que investiga o estupro coletivo contra uma adolescente de 17 anos em Copacabana. Vitor Hugo Oliveira Simonin, de 18 anos, quase foi linchado por populares ao ser encaminhado para o sistema prisional.

Nas imagens, é possível ver ele saindo com os policiais e cercado de imprensa e populares.

O suspeito, que estava foragido, entregou-se à Polícia Civil acompanhado de seu advogado. Ele é filho de José Carlos Simonin, ex-subsecretário de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos do Rio de Janeiro, exonerado na última terça-feira (03) após a repercussão do envolvimento do filho no caso.

O apartamento onde o ato liidinoso ocorreu, em Copacabana, pertence à família Simonin.

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O Inquérito e a Dinâmica do Crime

As investigações apontam que cinco jovens participaram da ação criminosa no mês de janeiro. A vítima teria sido atraída por um colega de escola sob o pretexto de um encontro social.

Ao chegar no imóvel, foi trancada em um quarto e submetida à violência por múltiplos agressores após recusar investidas.

Os envolvidos respondem por abuso, cárcere privado e crime com agravante por a vítima ser menor de idade. Dois suspeitos já haviam sido transferidos para o sistema prisional na terça-feira (02).

A polícia mantém tratativas com os advogados de Bruno Felipe dos Santos Allegretti, o quarto jovem identificado. Um quinto participante, menor de 18 anos, responde por ato infracional análogo ao caso.

Histórico de Violência e Novas Denúncias

De acordo com o delegado titular, Ângelo Lages, Vitor Simonin já era investigado por outro abuso cometido em outubro de 2025 contra uma colega do Colégio Pedro II.

“O que deve ficar claro, principalmente para os meninos, é que não é não. A vítima deixou muito claro, a todo momento, que não se relacionaria com mais ninguém”, destacou o delegado Lages.

A Polícia Civil abriu dois novos inquéritos para apurar denúncias adicionais que surgiram após a divulgação das imagens dos suspeitos.

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