Manaus – O vereador Chico Preto (DC) disse, na quarta-feira (19), que quando os parlamentares se tornam “torcedores” da Prefeitura Municipal de Manaus isso é um “problema” para a Câmara Municipal de Manaus (CMM).
Na ocasião, Chico discordava da contratação de mais de 2 mil estagiários para atuar na Prefeitura, uma vez que, durante a pandemia, o prefeito Arthur Neto (PSDB) demitiu cerca de 1,2 mil estagiários, alegando redução de gastos.
Chico Preto pediu atenção ao Ministério Público Eleitoral, no que diz respeito ao uso do dinheiro da “máquina pública”, para que não seja usado para influenciar no resultado das Eleições municipais deste ano.
Fica tranquilo
Por sua vez, o vereador e líder do prefeito na Casa, Marcel Alexandre (Podemos), disse para Chico Preto ficar tranquilo, pois o prefeito Arthur Neto ainda não anunciou apoio a nenhum candidato e, se anunciar, não vai prejudicar o andamento das Eleições.
Entrou na briga
Quem também entrou na “briga” para defender a gestão de Arthur Neto foi o vereador professor Samuel (PL), dizendo que os contratos de estagiários também finalizam e que muitas vezes é necessária a substituição.
Uso político
A líder do governo Wilson Lima (PSC) na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM), deputada Joana Darc (PL), durante sessão na quarta-feira (19), criticou as pessoas que divulgaram o nome da menina de 10 anos, que sofreu estupro, para fazer uso político.
“Todo mundo me conhece como a deputada protetora dos animais, mas eu não me limito a essa causa. Tenho talvez até mais sensibilidade para certas questões, como envolvendo crianças e adolescentes. Só falar não adianta, e por isso quero prestar contas sobre esse tema”, disse.
Vazamento de dados da menina
Quem também comentou sobre o tema nesta quarta-feira, foi o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), que usou o Twitter para informar que protocolou um requerimento de convocação da ministra Damares para prestar esclarecimentos na Câmara sobre o vazamento de dados da menina de 10 anos.
“Acabamos de protocolar o requerimento de convocação da ministra. Isso é crime e precisa ser investigado!”, acrescentou.
LEIA MAIS:






