Manaus (AM) – Gil Romero Machado Batista, suspeito de ter assassinado Débora da Silva Alves, 18, que estava grávida de oito meses, desembarcou no terminal 2 do Aeroporto Eduardo Gomes, o “Eduardinho”, nesta quarta-feira, 9, após ser transferido da delegacia de Óbidos, município do estado do Pará para o Amazonas.
Em imagens que circulam na internet mostra o momento em que o suspeito dá entrada na Delegacia Geral de Polícia do Amazonas (DG), localizada na avenida Pedro Teixeira, zona Oeste de Manaus.
Veja momento em que Gil Romero, suspeito de matar jovem grávida, chega em delegacia de Manaus pic.twitter.com/guyojRGYc0
— Tucumamidias4 (@Tucumamidias411) August 9, 2023
No sábado, 29 de julho, Débora da Silva Alves, 18, grávida de oito meses, saiu de casa para ir ao encontro do pai da criança, Gil Romero Machado Batista, que atraiu a vítima com a falsa promessa de uma ajuda de custo para comprar um berço para o bebê que a jovem estava esperando.
De acordo com familiares, após Débora sair da residência da família, nunca mais foi vista ou entrou em contato com a família. O corpo da jovem foi encontrado na quinta-feira (3) em uma área de mata na zona leste de Manaus, com marcas de tortura, queimada e dentro de um camburão.
No desenrolar da investigação sobre o caso, foi constatado que Gil seria dono de um bar na zona leste de Manaus e teve a ajuda de seu funcionário conhecido como “Nego”, preso na quinta-feira (3/8), suspeito de ter sido cúmplice na morte de Débora. Inclusive foi “Nego” que revelou onde estava o corpo de Débora.
A polícia também constatou que Gil Romero vinha ameaçando Débora por não aceitar a gravidez da jovem, bem como já tinha tentado matar a jovem uma outra vez, além de comprar remédios abortivos para a jovem. De acordo com informações da polícia, Gil Romero era casado e queria esconder o caso da sua esposa.
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Gil Romero Machado Batista, foragido por suspeita de matar a ex-companheira, uma jovem grávida, Débora Silva Alves, de 18 anos, que era gestante a 8 meses, era vigilante da usina onde o corpo da vítima foi encontrado no bairro Mauazinho, na zona Leste de Manas.
A delegada adjunta da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Débora Barreiros, informou detalhes sobre o caso na manhã desta sexta-feira (4). Segundo depoimento de José Nilson, vulgo “Nego”, ele foi por Gil para cometer um assalto na usina, no Mauazinho.
Eles costumavam furtar fios elétricos na usina, em que Gil atuou como vigilante. E ao chegar no local, José encontrou o parceiro com o corpo de Débora. Na usina, “Nego” ajudou o pai do bebê da jovem a ocultar o cadáver de Débora. E de acordo com José, as partes da moça não foram cortadas, uma afirmação que será analisada pela perícia criminal.
Confira matéria completa:
Caso Débora: Suspeito de matar jovem grávida era vigilante na usina onde corpo foi encontrado
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