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VIDEO: Imagens mostram evolução de afundamento em Maceió

A profundidade do afundamento na mina atingiu 1,77 metro
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Afundamento, Brasil, Braskem, Maceió, Mutangue,
(Foto: Defesa Civil Alagoas)

Brasil – Após o abalo sísmico de magnitude de 0,89 a cerca de 300 metros de profundidade, sentido pelos moradores do bairro Mutange, em Maceió (AL), agora, o alerta máximo de risco de colapso iminente tem gerado preocupação à população e autoridades locais. A Defesa Civil divulgou imagens de drone que mostram a evolução de afundamento na cidade devido à exploração de sal-gema da empresa petroquímica Braskem.

A última atualização da Defesa Civil revelou que a movimentação do solo na mina nº 18 apresentou uma redução para 0,25 cm por hora, totalizando um deslocamento de 6 cm nas últimas 24 horas. Apesar dessa desaceleração, a profundidade do afundamento na mina atinge 1,77 metro.

A respeito da diminuição do ritmo, o órgão reitera o estado de alerta máximo na região, e destaca o “risco iminente de colapso da mina nº 18”. A Defesa Civil aconselha que a população evite transitar na área desocupada até a próxima atualização.

Na Imagem capturada por drone na sexta-feira (1º), é perceptível que a água da Lagoa Mundaú tem avançado gradualmente sobre o solo. No domingo (3) observou-se um aumento significativo do alagamento, indicando um afundamento intenso do solo de um dia para o outro.

Algumas famílias já foram realocadas, enquanto outras que residem nas proximidades das minas aguardam uma definição sobre a situação. Em ambos os casos, há queixas quanto à morosidade do poder público em fornecer soluções para o drama que já forçou a mudança de mais de 50 mil pessoas, deixando para trás bairros transformados em verdadeiros cenários fantasmagóricos.

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Brasil – Maceió vive, há quase uma semana, o agravamento do drama do afundamento do solo causado por minas de sal-gema da Braskem. O influencer Álvaro Xaro usou suas redes sociais para mostrar a realidade dos “bairros fantasmas”, locais que estão sendo afetados desde 2018

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