O presidente Jair Messias Bolsonaro falou na noite desta quinta-feira (2), durante entrevista em rádio nacional, que tem uma preocupação muito grande com as ações que vêm sendo adotadas no combate a pandemia do coronavírus no Brasil, a fim de evitar ser enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o que motivaria o pedido de impeachment.
“A questão do impedimento tem uma série de regras que se você inferir pode entrar na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), e isso é uma preocupação muito grande da nossa parte, porque se chegar lá a gente vai ter problema. Quando o Temer teve seus problemas, e o processo de impeachment contra ele, e eu acho que ele estava indo bem, o governo dele praticamente se acabou”, enfatizou Bolsonaro.
Na entrevista, Bolsonaro disse ainda, que ele não renunciará. “Da minha parte essa parada de renúncia não existe. Eu fico feliz de estar à frente de um problema grande como esse, eu fico pensando se tivesse o outro que ficou em segundo lugar, no meu lugar aqui, então isso é uma missão”, disse Bolsonaro.
Bolsonaro falou ainda, que os Poderes legislativo e executivo eram um só, na questão das votações de projetos nas administrações passadas. “Eu não montei um ministério colado ao Poder Legeslativo, o legislativo hoje tem liberdade e antes não tinha, os poderes legislativo e executivo eram um só. Nós não negociamos ministérios, estatais e bancos oficiais em troca de votos, até porque eu combatia isso na Câmara, e não poderia ser diferente”, declarou.






