Em comunicado divulgado na segunda-feira (7/3), o Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que o país fornecerá suprimentos humanitários de emergência à Ucrânia “assim que possível”.
O material foi publicado após coletiva de imprensa com o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi. De acordo com a autoridade, a China avalia a situação da guerra entre Rússia e Ucrânia “de forma independente”.
Na primeira semana de conflito armado entre os países, a China se posicionou contra todas as sanções econômicas impostas à Rússia. Na ocasião, o porta-voz do governo chinês disse reconhecer a soberania da Ucrânia. Ele, no entanto, defende que as sanções não são uma forma efetiva de resolver a disputa.
No comunicado desta semana, a China afirmou que é preciso “respeitar e proteger a soberania e integridade territorial de todos os países” para resolver a crise.
“Devemos respeitar o princípio da segurança indivisível e acomodar as preocupações legítimas de segurança das partes envolvidas. Devemos resolver disputas por meios pacíficos, por meio do diálogo e da negociação”, informou a nação.
Para “evitar uma crise humanitária massiva”, o país propôs uma iniciativa de seis pontos:
Certificar-se de que as operações humanitárias obedecem aos princípios de neutralidade e imparcialidade;
Dar atenção total às pessoas deslocadas e dentro da Ucrânia, e fornecer a elas abrigo adequado;
Garantir a proteção dos civis e prevenir desastres humanitários secundários na Ucrânia;
Fornecer atividades de ajuda humanitária seguras e tranquilas, com fornecimento de acesso humanitário “rápido, seguro e desimpedido”;
Prever segurança dos estrangeiros na Ucrânia, permitindo uma partida segura para países de origem;
Apoiar as Nações Unidas na coordenação da ajuda humanitária.
Com informações de Metrópoles






