Brasil – A esposa de Fabrício Queiroz, Márcia Oliveira de Aguiar, poderá colocar uma tornozeleira eletrônica no prazo de cinco dias. Márcia foi notificada e deve comparecer à coordenação da Secretaria de Administração Penitenciária, em Benfica, na Zona Norte.
Márcia que era considerada foragida até a última semana, ganhou o direito de prisão domiciliar, mesmo sem se apresentar à polícia. Queiroz também recebeu o mesmo direito e no sábado (11) foi liberado.
Ambos serão monitorados por uma tornozeleira eletrônica e estão proibidos de receber visitas de terceiros. Somente familiares próximos, advogados e profissionais de saúde estão autorizados a se aproximar do casal. Por determinação da Justiça, as linhas telefônicas tanto fixas quanto móveis foram desligadas e os computadores, laptops e tabletes, entregues à Justiça.

Rachadinha
Fabrício Queiroz é suspeito de operar um esquema de corrupção na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), enquanto era assessor do então deputado Flávio Bolsonaro. De acordo com um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em 2016, quando estava lotado no gabinete, Queiroz movimentou cerca de R$ 1,2 milhão em saques e depósitos fracionados, considerados atípicos pelo órgão.
Com informações CNN
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Fabrício Queiroz e à mulher dele, Márcia de Aguiar, conseguiram ser beneficiados com a prisão domiciliar. A decisão foi proferida nesta quinta-feira (9), pelo ministro João Otávio Noronha, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Queiroz, que era ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), está preso desde 18 de junho, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Anjo. Ele é alvo de investigação sobre o esquema das “rachadinhas” na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Márcia Aguiar é considerada foragida.
Os pedidos de liberdade chegaram ao STJ no dia 7, depois que o TJ do Rio de Janeiro decidiu enviar os habeas corpus ao tribunal superior. A decisão foi da desembargadora Suimei Cavalieri.






