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Givancir Oliveira tem prisão temporária decretada

O juiz de direito Carlos Henrique Jardim da Silva, que responde pela 2ª Vara da Comarca de Iranduba (na Região Metropolitana de Manaus), decretou a prisão temporária por um período de 30 dias de Givancir Oliveira.
Givancir Oliveira
Givancir Oliveira

O juiz de direito Carlos Henrique Jardim da Silva, que responde pela 2ª Vara da Comarca de Iranduba (na Região Metropolitana de Manaus), atendendo ao pedido da Polícia Civil do Estado do Amazonas, decretou a prisão temporária por um período de 30 dias de Givancir Oliveira, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTR), .

O Mandado de prisão temporária se deu com o objetivo de apurar a autoria do homicídio de Bruno Guimarães, 24 anos, ocorrido no quilômetro 6 da rodovia Carlos Braga, em Iranduba, na noite de 29 de fevereiro (sábado).

Givancir é o principal suspeito da morte do auxiliar de mecânica Bruno de Freitas Guimarães, 24, assassinado com três tiros na tarde do último sábado (29), no ramal do 6 da comunidade São Sebastião, na rodovia Carlos Braga, no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus).

Na mesma ação criminosa, o homossexual Djelison de Freitas, 23, conhecido como “Thelcy”, foi alvejado com cinco tiros e levado para o hospital em estado grave.

De acordo com o delegado Geraldo Eloi, fala que há um trâmite legal para que o suspeito possa se defender. “O suspeito não foi preso em flagrante e estamos dando sequência as investigações. Ele já foi ouvido e vamos fazer o inquérito policial e em até 30 dias apresentar a Justiça”, fala Eloi.

Protesto

Mais de cem pessoas realizavam protesto em frente ao prédio da unidade policial do 31º Delegacia Interativa de Polícia (DIP) de Iranduba, pedindo por justiças pelos crimes. O sindicalista se apresentou na delegacia na tarde desta segunda-feira (2) e prestou esclarecimentos sobre o caso.

Reforço Policial

Policiais civis e militares foram enviados ao município para reforçar o policiamento no local em Iranduba, para resguardar a integridade física dos policiais, do suspeito e também da unidade policial.

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