Manaus (AM) – A Justiça do Amazonas concedeu nesta segunda-feira (17), a prisão domiciliar da influenciadora Isabelly Aurora, que foi presa suspeita por vendas ilegais de rifa em Manaus.
Isabelly Aurora com o ex-marido, Paulo Victor Monteiro Bastos, de 25 anos, que foram presos no dia 5 deste mês na segunda fase da Operação Dracma, pela Polícia Civil do Amazonas.
A decisão foi concedida por Isabelly ser mãe de um menino de 1 ano e lactante. A previsão de saída do presídio é nesta terça-feira (18) pela manhã.
“Ela vai ser levada para colocar a tornozeleira eletrônica e depois deve ser levada direto para casa da mãe dela, na Zona Norte da cidade, onde será monitorada”, disse o advogado.
Conforme a Justiça, a influenciadora está proibida de acessar as redes sociais, por qualquer plataforma. Caso ela desobeça tal decisão, voltará imediatamente para cadeia.
Relembre o caso:
Na manhã desta quarta-feira (5), a influenciadora Isabelly Aurora e ex-marido foram presos durante desdobramento da Operação Dracma, que visa desarticular um esquema de rifas ilegais em Manaus. A Operação é coordenada pelo delegado Cícero Túlio que prendeu Lucas Picolé e Mano Queixo na última semana.
Isabelly Aurora, “A porrudinha”, tinha mais de 200 mil seguidores no Instagram e postava fotos ao lado de carros de luxo e em viagens pelo país. Inclusive, os últimos stories de Isabelly são de divulgação de um sorteio de veículo Volkswagen Amarok, de cor rosa.
O carro foi apreendido durante a primeira fase realizada na última quinta-feira (29), porém Isabelly Aurora não foi presa na oportunidade.
Isabelle Aurora e o ex-marido serão conduzidos ao 15° Distrito Integrado de Polícia (DIP) para prestar depoimento.
Redes sociais bloqueadas
A Justiça bloqueou as contas no Instagram dos influenciadores Lucas Picolé, Mano Queixo e Isabelly Aurora nessa sexta-feira (30) em uma ação da Operação Dracma.
Antes das contas serem bloqueadas, Lucas Picolé tinha mais de 300 mil seguidores, Isabelly, mais de 200 mil e Mano Queixo, mais de 30 mil seguidores. Eles usavam a influência para vender rifas em que os prêmios eram veículos de alto valor.
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