Manaus (AM) – Um bebê de 8 meses foi salvo pela tia após ser sufocado pela própria mãe de 29 anos, com identidade não divugada. O caso foi registrado na noite dessa segunda-feira (16), no Conjunto Colina do Aleixo, bairro São José, zona Leste de Manaus.
Segundo informações, a irmã da mulher flagrou o momento em que ela estava enforcando o bebê. No primeiro momento, a tia do bebê não conseguiu retirá-lo dos braços da mulher, foi quando ela pediu ajuda de vizinhos, que conseguiram salvar a criança.
De acordo com a delegada Joyce Coelho, titular da Delegacia Especializada Em Proteção À Criança E Ao Adolescente (DEPCA), o bebê foi levado para o hospital e segue internado na unidade. Ele foi reanimado e está fora de perigo.
Durante depoimento na delegacia, a mulher disse estar apenas tentando fazer o filho dormir, e que também estava com sono. Entretanto, depois ela mudou o relato, alegando problemas psiquiátricos.
Ocorrência foi apresentada na DEPCA e a Delegada relatou na entrevista que a mulher irá para audiência de custódia.
Outro caso
Brasil – Uma menina de 11 anos e nome não revelado, causou comoção ao relatar ter sofrido agressão e abuso sexual pelo próprio pai, de 32 anos, em casa, no bairro Jóquei Clube, localizado em Campo Grande (MS). Segundo a criança, a mãe não acreditava nos crimes, chegando até mesmo a agredir ela e a irmã.
Conforme consta no boletim de ocorrência, a vítima estava em um acampamento de férias organizado por um grupo religioso quando revelou tudo o que havia sofrido, no começo deste ano. Em relato, a criança informou que o pai a estuprava e a agredia sempre que bebia ou usava drogas, já a irmã, uma jovem de 14 anos, era sofria constantes agressões por parte dos pais.
Após ter conhecimento de tudo, a instrutora do acampamento que as vítimas participavam, levou as informações até a polícia. As duas meninas foram encaminhadas ao distrito especializado, a criança mais velha não apresentava lesões no corpo.
As meninas ficaram sob os cuidados de uma conselheira tutelar especializada, acionada por uma delegada para atender ao ocorrido. O caso segue sendo investigado pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Campo Grande.
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