Mulher encomenda morte da esposa do amante em troca de sexo

Segundo a polícia, a mulher pediu ajuda para um colega e ofereceu sexo e dinheiro como forma de pagamento. Confira mais detalhes
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Manaus – Uma mulher identificada como Etelvina Pereira Coimbra, de 34 anos, foi morta após levar mais de 40 facadas em Belo Horizonte, Minas Gerais. A informação foi divulgada pelo UOL na última terça-feira (10).

Segundo a polícia, a mandante do crime foi a amante do marido de Etelvina, que pediu ajuda a um colega de trabalho para concluir a ação, ocorrida no dia 14 de outubro. Como pagamento, ela ofereceu sexo e R$ 1.500.

O marido da vítima, que até o momento não foi identificado, chegou a morar alguns meses com a amante em 2019. Posteriormente, voltou para a companheira, mas não rompeu o contato com a outra mulher, e os dois continuaram se encontrando.

Insatisfeita, a mulher bolou um plano para assassinar Etelvina que durou meses de manipulação, informou a polícia. Ela e o executor trabalhavam no setor de limpeza de um hospital e há seis meses a mulher tentava convencê-lo a praticar o assassinato.

De acordo com o executor, a mulher dizia para ele que sofria ameaças de Etelvina — embora não existam provas disso, disse a polícia. Posteriormente, ela começou a perguntar se o homem conhecia alguém que poderia cometer o crime, até chegarem ao ponto de ele tomar à frente do homicídio — segundo a polícia, ele aceitou por ser apaixonado pela mandante.

No dia do crime, Etelvina voltava para casa do trabalho, por volta das 20h. Ela desceu do ônibus e chegou a caminhar por alguns minutos, até que foi surpreendida pelo assassino, que foi sozinho até o local e esperou cerca de uma hora por ela.

Por outro lado, a mulher nega que tenha sugerido o homicídio. Na versão dela, o colega de trabalho resolveu matar Etelvina diante dos relatos de que a mandante estava sendo ameaçada.

O delegado Leandro Alves, responsável pelo caso, disse que o marido de Etelvina não tem qualquer participação no assassinato.

“O marido não tem nenhuma relação com o crime, não tem nenhum histórico de criminalidade. Simplesmente ele foi o pivô do acontecido, mas não tem nenhum envolvimento, não tinha nenhum conhecimento do ocorrido”, afirma

Com informações do UOL
Foto: Divulgação

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