Brasil – Uma comunidade terapêutica clandestina que simulava ser uma clínica de reabilitação para dependentes químicos foi alvo de operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ nessa segunda-feira (27). Quando as equipes chegaram ao local, na região de Magé, na Baixada Fluminense (RJ), encontraram ao menos 13 mulheres nitidamente dopadas.
As investigações começaram depois que uma paciente internada fugiu e relatou o que ocorria no local a moradores da região, que denunciaram o caso às autoridades.
A clínica foi interditada pela Vigilância Sanitária municipal, enquanto as vítimas foram levadas para receber atendimento médico e acolhimento psicossocial.
Na delegacia, as vítimas dopadas detalharam os casos de abuso físico, bem como de violência psicológica e sexual, sofridos. As famílias chegavam a pagar até R$ 2 mil por paciente internado.
O caso é investigado pela 65ª Delegacia de Polícia (Magé). Os responsáveis pela clínica devem responder pelos crimes de sequestro, cárcere privado, abuso sexual e prática ilegal da medicina.
As comunidades terapêuticas são, em tese, espaços para receber pacientes com dependência em álcool ou outras drogas, internados de forma espontânea.
Essas instituições são privadas e, na teoria, não têm fins lucrativos – além de poderem oferecer vagas gratuitas. Algumas instituições podem cobrar matrícula, mensalidade e serem financiadas por doações ou por dinheiro público.
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Delegado que atirou em 3 mulheres diz ter pensado que esposa era um ‘robô’
O delegado da Polícia Civil do DF (PCDF) Mikhail Rocha e Menezes de 46 anos, que atirou em três mulheres, na manhã desta quinta-feira (16/1), disse ter pensado que a esposa, baleada por ele, era “um robô”. O relato é de um médico do Hospital Brasília, no Lago Sul, que prestou depoimento.
Além da esposa, Andréa Rodrigues Machado e Menezes, 40, o delegado, lotado na 30ª DP (São Sebastião), atingiu a funcionária que trabalha na residência do casal, Oscelina Moura Neves de Oliveira, 45, e a enfermeira Priscilla Pessôa Rodrigues, 45, do Hospital Brasília. As três estão hospitalizadas.
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