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‘NA BALANÇA’: Renan Bolsonaro vira réu por lavagem de dinheiro e uso de documento falso

Filho 04 do ex-presidente Jair Bolsonaro é investigado por fraudar empréstimos e criar programa para esconder recursos obtidos ilegalmente
Foto: Rafael Feliciano/Metrópole

Brasil – O filho número 4, do ex-presidente Bolsonaro, Jair Renan Bolsonaro, virou réu na justiça após ser acusado de falsidade ideológica, uso de documento falso e lavagem de dinheiro. A decisão foi acatada pela justiça do Distrito Federal, após aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

Renan é um dos alvos da Operação Nexum, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), investigado por participar de uma associação criminosa, que tinha como objetivo obter vantagens econômicas indevidamente.

De acordo com informações da Polícia Civil, a estratégia principal do grupo era obter vantagem econômica indevida a inserção de um terceiro, conhecido como testa de ferro, para poder ocultar o verdadeiro dono de ‘empresas fantasmas’.

De acordo com que divulgou o site Metrópoles. A defesa do filho número 4, do ex-presidente da república não quis se pronunciar sobre o caso, uma vez que as investigações corren em segredo de justiça

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O ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira (27) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que seria “ilógico” sugerir que ele pediria asilo político durante o período em que ficou hospedado na Embaixada da Hungria, em Brasília, no mês passado.

A explicação foi enviada ao Supremo após o ministro dar prazo de 48 horas para Bolsonaro explicar a estadia.

Na segunda-feira (25), o jornal The New York Times publicou que o ex-presidente permaneceu entre os dias 12 e 14 de fevereiro deste ano hospedado na embaixada.

Dias antes, em 8 de fevereiro, Bolsonaro teve o passaporte apreendido por determinação de Moraes após sofrer uma busca e apreensão durante a Operação Tempus Veritatis, que investiga a tentativa de golpe de Estado no país após o resultado das eleições de 2022.

Pelas regras internacionais, a área da embaixada é inviolável pelas autoridades brasileiras. Dessa forma, Bolsonaro estaria imune ao eventual cumprimento de um mandado de prisão.

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