Presa mãe que agrediu e matou o filho por conta de maquiagens quebradas em Manaus; VÍDEO

No último dia 10 deste mês, Karoline Guimarães desferiu vários golpes de ripas no filho de apenas 2 anos após ele quebrar as maquiagens dela
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Mãe é presa por agredir e matar o filho de 2 anos. Foto: Reprodução/Policia Civil

MANAUS (AM) – A estudante Karoline Guimarães, de 23 anos, foi presa nesta sábado (19), em cumprimento a mandado de prisão, por espancar o próprio filho, Anthony Guimarães Girão, que tinha 2 anos. A vítima não resistiu as agressões e veio a falecer.

A prisão ocorreu durante a Operação Anthony, deflagrada pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), coordenada pela delegada plantonista Patrícia Santos.

Veja o momento da prisão:

Veja a chegada da jovem na Depca:

https://twitter.com/PortalTucuma/status/1505203451084644356?s=20&t=5fHXO0BrbE051lBNFyWyAQ

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Agressão e morte da vítima

No último dia 10 deste mês, a jovem desferiu vários golpes de ripa no filho, após a criança ter quebrado as maquiagens da genitora, no bairro Jorge Teixeira, Zona Leste da capital.

A vítima chegou a ser levada por Karoline ao Hospital e Pronto Socorro (HPS) Platão Araújo, na Zona Leste, apresentando febre, vômito e respiração fraca.

Na unidade hospitalar os médicos notaram marcas de agressão no corpo do pequeno e acionaram a polícia da 30 Companhia Interativa Comunitária (Cicom).

No dia 12 de março, após ser internada, a criança não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

Prisão decretada

Na última quinta-feira (17), a agressora teve a prisão decretada, por maus tratos, pelo juiz Eliezer Fernandes Júnior, do plantão criminal do Tribunal de Justiça do Estado (TJAM).

A decisão do magistrado foi em consonância com o parecer do Ministério Público do Amazonas (MPAM), e atendeu a uma representação formulada, na quarta-feira (16), pela delegada plantonista da DEPCA.

Parecer favorável

Ouvido sobre o pedido formulado pela DEPCA, o Ministério Público considerou estarem presentes os requisitos da decretação da prisão preventiva da investigada.

“Notadamente quanto aos indícios contundentes de autoria e prova da existência do delito, tendo em vista os relatos colhidos pela autoridade policial, bem como pelos demais elementos de prova acostados à representação. Verifico que a representada confessou que agrediu fisicamente seu filho utilizando um pedaço de madeira, o que resultou a morte do mesmo”, registrou o promotor de justiça plantonista.

Conforme o magistrado, a prisão da mulher é imprescindível para viabilizar o prosseguimento da investigação, bem como para assegurar a ordem pública.

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