Regulamentação da “lei do pipódromo” é discutida na CMM

A lei foi promulgada em 2013 e determina que locais sejam criados pelo poder executivo para o desenvolvimento da atividade e proporcionar ao público amante das pipas um local seguro para se soltar pipas e papagaios, sem causar e sofrer acidentes.
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Após uma fatalidade acontecida como uma frentista na cidade de Manaus, na semana passada, vereadores pediram na manhã desta segunda-feira (1º), durante sessão remota na Câmara Municipal de Manaus (CMM), que a “lei do pipódromo”, venha ser regulamentada pela Prefeitura de Manaus.

A lei foi promulgada em 2013 e determina que locais sejam criados pelo poder executivo para o desenvolvimento da atividade e proporcionar ao público amante das pipas um local seguro para se soltar pipas e papagaios, sem causar e sofrer acidentes.

Ainda segundo a lei, os pipódromos devem ser criados em todas as zonas da cidade locais seguros que ofereçam eventos, cursos, campeonatos de pipas, e afastem crianças e adultos de ruas, locais movimentados e redes de energia elétrica.

Para o autor da lei, o vereador Gilmar Nascimento a Prefeitura precisa regulamentar o que foi aprovado na lei e assim evitar que muitos acidentes aconteçam. O parlamentar destacou ainda que mais de 125 pessoas são mortas por meio das linhas com cerol que são utilizadas para soltar “papagaios”.

Já o líder do prefeito na Casa, vereador Marcel Alexandre, disse que não se pode criminalizar uma atividade milenar que proporciona além da diversão, uma renda para diversas famílias.

O vereador Roberto Sabino também relatou que vai recolocar em andamento na CMM um projeto para que motociclistas passem a utilizar antenas de proteção a fim de evitar os acidentes.

Cerol

O cerol tradicional é uma mistura de pó de vidro (normalmente de bulbos de lâmpadas) com cola, porém existem também varias modificações do cerol. Uma delas é substituir o vidro por pó de ferro, que é facilmente adquirido em serralherias. Por causa da presença do ferro, as linhas impregnadas com esta variante de cerol conduzem a eletricidade, bastando um único contato da linha com os fios de alta tensão para que a pessoa seja eletrocutada. Mesmo sendo perigosa, a mistura com pó de ferro ainda é utilizada, porém em menor quantidade de que a mistura feita com vidro.

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