Manaus – A bolsonarista Sara Giromini, popularmente conhecida como Sara Winter, teve uma segunda conta no Twitter suspensa na última quarta-feira (19) por descumprir regras da rede social. Entretanto, não há informações se a divulgação da identidade da menina de 10 anos causou a suspensão da conta.
Sara Winter foi alvo de ação do Ministério Público do Espírito Santo (MP-ES) na última segunda-feira (17) por adotar postura ‘político-sensacionalista’ para expor ‘a triste condição da criança de apenas dez anos de idade’, contrariando o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
O órgão alega que a bolsonarista violou também o Marco Civil da Internet ao dar publicidade a dados pessoais de uma criança nas redes sociais e a Constituição Federal, que garante o direito à integridade da pessoa humana.
A bolsonarista teve seu canal do YouTube encerrado por expor nome e localização da criança. Ela vinha utilizando a conta secundária após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenar o bloqueio do seu perfil principal nas redes sociais no inquérito, que apura ameaças, ofensas e ‘fake news’ contra a membros da Suprema Corte.
‘Vaza jato’
O grupo de hackers Anonymous Brasil realizou na última segunda-feira (17) um ‘vaza jato’ com os dados pessoais de Sara Winter.
As publicações reveleram o CPF e o número do cartão de crédito de Sara Winter. Além disso, o grupo divulgou o número do namorado da ativista, identificado como Geovani Furtado Rodrigues, e o endereço da bolsonarista.
“Ele (Geovani) adora ameaçar os outros”, disse o Anonymous Brasil no Twitter.
Por Catraca Livre
Foto: Dida Sampaio/Estadão






