Os vereadores voltaram a fazer a “lição de casa” e discutiram temas relevantes à população manauara, na manhã desta quarta-feira (26), na Câmara Municipal de Manaus (CMM), ao contrário da sessão desta terça-feira (25), em que a grande maioria dos parlamentares só falaram de datas comemorativas.
Entre os temas debatidos: esteve a pauta do transporte coletivo e alternativo na cidade, corte de energia elétrica, repúdio a exposição aos pais de criança que dançava sensualmente em cima de um veículo, além de cobranças de projetos do executivo municipal para melhoria da cidade.
Durante a discussão de multas relativas ao transporte alternativo, os famosos “amarelinhos”, que atuam nas zonas Norte e Leste da capital, que são maiores que as cobradas para os ônibus coletivos, o vereador Hiram Nicolau (PSD) disse que a administração do Instituto de Mobilidade Urbana (IMMU) é inapta.
Isso porque tem como diretor-presidente Francisco Bezerra, mas segundo ele quem cuida da gestão é o vice Pedro Carvalho, a quem Hiram se refere como “dinossauro”.
O vereador Cláudio Proença (PMN), não só concordou com a fala de Hiram como também disse que Carvalho é uma “múmia”.
As falas foram consideradas improcedentes pelo presidente da Mesa, Joelson Silva (Patriota).
Já o vereador Chico Preto (DC) pediu explicações sobre os projetos de melhoria para a infraestrutura da cidade, em ruas e avenidas, e indagou a Prefeitura de Manaus se ao menos existe os projetos do executivo ou se o próximo prefeito vai ter que ter mais essa preocupação, além de ter que cortar gastos com publicidade, aluguéis de prédios escolares e de veículos, entre outros ajustes.
Em defesa da gestão de Arthur Neto (PSDB), saíram os vereadores professor Samuel, Elias Emanuel e Gilmar Nascimento que disse que não se arrepende em defender essa gestão e que sabe que existe pontos fracos, porém Arthur foi mais assertivo que em outras gestões.
Outro tema que gerou polêmica foi quanto ao tema de cortes de energia. Após fala de Raulzinho (PSDB) sobre os cortes no bairro do Mutirão, foi alfinetado por Cláudio Proença (PMN) que disse não saber, em muitos casos, até onde vai o poder de atuação de um parlamentar. Proença disse que sabe muito bem o seu trabalho.
Diego Afonso (PSL) também questionou a bancada federal em Brasília por conta do reajuste na tarifa de energia em 8,5%. “Eu quero saber onde é que estava a bancada federal que deixou acontecer esse reajuste?”, perguntou Diego.
Também teve um “estranhamento” entre Diego e Proença quanto ao tema do reajuste de energia e até o nome do presidente do Partido da Mobilização Nacional, Orsine Junior (PMN) entrou na história. Cláudio Proença disse que Orsine não faz parte disso e Diego Afonso rebateu dizendo que não citou o nome de Orsine em seu discurso, apenas o nome do partido.
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