Brasil – Uma mulher foi encontrada morta e amarrada dentro de sua casa no último domingo (8). O caso foi registrado na Comunidade Capadócia, na Brasilândia, na zona norte de São Paulo.
A vítima identificada como Silvana, de 43 anos, trabalhava como auxiliar de limpeza e vivia um homem há três anos. Conforme a mãe dela, Rosângela, de 63 anos, o relacionamento dos dois era conturbado devido o alto consumo de álcool que o homem ingeria, tornando-se agressivo.
Segundo os familiares, Silvana não dava notícias desde o 31 de dezembro de 2022. Foi quando o padrasto da vítima e o filho decidiram ir até o local onde ela morava, e encontraram Silvana com uma perfuração no pescoço, de joelhos e amarrada com a cabeça para trás.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para atender a ocorrência, porém, a mulher foi socorrida já sem vida.
De acordo com os vizinhos de Rosangela, no dia 31 de dezembro, ouviram ela e o companheiro discutindo, e uma música muito alta rolando. Ainda segundo relatos, ele foi visto pela última vez saindo da residência com uma mala.
O caso é investigado pela 4ª Delegacia de Defesa da Mulher e a principal suspeita é que o crime tenha sido cometido pelo companheiro.
Relembre outro caso: Recado: ‘Morri por que roubei’, diz bilhete encontrado com mulher morta
Manaus (AM) – Na manhã deste domingo (8), por volta das 6h30 no conjunto Buritis, no bairro Nova Cidade, zona Norte de Manaus, uma mulher identificada como, Ieda Ramos de Araujo, 53 anos, foi morta com uma facada na região do pescoço do lado esquerdo e várias pauladas na cabeça.
O corpo foi encontrado pela equipe da 15ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom), que durante patrulhamento de rotina, receberam uma denúncia por via rede rádio que havia um corpo na região. Ao chegarem no local os policiais constataram a veracidade dos fatos.
Junto ao corpo, os assassinos deixaram um bilhete onde estava escrito: ”Morri porque roubei”. O local foi isolado pelos policiais da 15ª Cicom até a chegada do Departamento de Polícia Técnico-Científica (DPTC). O corpo foi removido pela equipe do Instituto Médico Legal (IML).
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