‘Felipó’, piloto do PCC, é morto em confronto com a PM

Outros dois homens, suspeitos de envolvimento de tráfico de drogas, também morreram durante abordagem da PM
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(Foto: Polícia Militar de Goiás/Divulgação)

Brasil – Durante ação da Polícia Militar de Goiás, Nathan Moreira Cavalcante e Paulo Ricardo Pereira Bueno, foram mortos junto com o piloto de helicóptero Felipe Ramos Morais, 36, conhecido como “Felipó”, em Abadia de Goiás (GO), na última sexta-feira (17).

De acordo com informações da PM, os agentes do Comando de Operações de Divisas (COD) receberam uma denúncia de movimentação estranha de helicópteros em uma propriedade rural. Na abordagem, os policias foram recebidos a tiros, e ao revidarem, mataram os três.

Três helicópteros foram apreendidos durante a abordagem da PM, e conforme as investigações, duas estavam no nome de Felipe. Além disso, cerca 100 kg de pasta base foi encontrada com os suspeitos.

Em 2018, “Felipó” foi preso suspeito de ter envolvimento na morte de chefes de quadrilhas de tráfico de drogas Rogério Jeremias de Simone, o Gegê do Mangue, e Fabiano Alves de Souza, o Paca.

Outro caso: Vídeo: Ex-PM, conhecido como ‘Andinho’ é executado por supostos membros do CV

O ex-policial militar Anderson Gonçalves, mais conhecido como “Andinho”, foi executado com vários tiros dentro da residência onde morava por supostos membros de facção, no bairro Anil, na cidade do Rio de Janeiro.

De acordo com a Polícia Militar do RJ, integrantes da facção criminosa Comando Vermelho, invadiram o condomínio residencial onde “Andinho” morava e em seguida o executaram com vários tiros.

No vídeo, os homens entram no residencial, fortemente armados, realizando buscas para encontrar a vítima. Em seguida, os membros de facção encontraram ele esperando o elevador, em um corredor próximo à entrada.

Os suspeitos atiram contra a vítima que tenta escapar da morte, mas não consegue. Três homens atingem “Andinho” diversas vezes, quando ele cai no chão. Os supostos membros da facção criminosa saem armados com tranquilidade do local.

Em um vídeo, registrado por pessoas na cena do crime, é possível ver a quantidade enorme de tiros nas paredes e portas e o corpo ensaguentado no chão cercado por fitas da perícia.

Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga a motivação do crime.

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