Agência Brasil – Alexandre de Moraes aceitou na noite desta sexta-feira (13) pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para incluir Jair Bolsonaro no inquérito que apura a autoria dos atos antidemocráticos e que resultaram na invasão e depredação nos prédios do Palácio do Planalto, do Supremo Tribunal Federal e do Congresso Nacional em Brasília.
“O pronunciamento do ex-presidente da República Jair Messias Bolsonaro se revelou como mais uma das ocasiões em que o então mandatário se posicionou de forma, em tese, criminosa e atentatória às Instituições, em especial o STF – imputando aos seus ministros a fraude das eleições para favorecer eventual candidato – e o TSE–, sustentando, sem quaisquer indícios, que o resultado das Eleições foi fraudado”, disse Moraes.
Foi determinado por Moraes a realização do envio de pedido informações à Meta, empresa que administra o Facebook, para preservar o vídeo, que foi apagado, além do fornecimento de dados sobre alcance da postagem, autoria da publicação, número de compartilhamentos e de comentários.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) pediu apoio de especialistas em comunicação de política de movimentos extremistas para realizar monitoramento de grupos de apoiadores de Bolsonaro.
Por fim, Morais deixou de analisar o pedido para o ex-presidente prestar depoimento porque Bolsonaro está nos Estados Unidos.
Em defesa o advogado Frederick Wassef declarou que Bolsonaro não tem relação com as manifestações e que repudia veementemente os atos de vandalismo.
Leia mais:
Receba notícias do Portal Tucumã no seu Telegram e fique bem informado! CLIQUE AQUI: https://t.me/portaltucuma






