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Bolsonaro já havia escrito discurso para declarar estado de sítio no Brasil; entenda

Documento foi encontrado pela PF no escritório de Bolsonaro
Foto: reprodução/Instagram - @jairmessiasbolsonaro

Brasil – Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão da Operação Tempus Veritatis na manhã desta quinta-feira (8), Polícia Federal (PF) encontrou uma minuta de discurso onde seria anunciado o decreto de estado de sítio no Brasil. O documento estava no escritório do ex-Presidente Jair Bolsonaro, na sede do Partido Liberal (PL), em Brasília (DF).

Segundo informações obtidas e apuradas pelo Metrópoles, o discurso cita que o estado sítio seria necessário “para restauração do Estado Democrático de Direito do Brasil”, leia o trecho abaixo do documento apreendido pelos agentes da PF:

“Afinal, diante de todo o exposto, e para assegurar a necessária restauração do Estado Democrático de Direito no Brasil, jogando de forma incondicional dentro das quatro linhas, com base em disposições expressas da Constituição Federal de 1988, declaro o estado de Sítio e, como ato contínuo, decreto operação de garantia da lei e da ordem”, diz o trecho do documento, segundo fontes da PF.

Deflagrada na manhã desta quinta-feira (8), a Operação Tempus Veritatis investigaçãoo a atuação de uma suposta organização criminosa que trabalhava em prol de um “golpe de Estado”, o objetivo seria manter o então presidente Bolsonaro no poder, anulando sua derrota nas eleições de 2022.

Veja também:

O ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), está sendo alvo, na manhã desta quinta-feira (8), da “Operação Tempus Veritatis”, da Polícia Federal, que investiga a suposta participação dele e de aliados políticos em tentativa de golpe de Estado, em Brasília.

A Justiça determinou que Bolsonaro entregue o passaporte no prazo máximo de 24 horas e a partir de agora, fica proibido de se comunicar com os outros investigados no processo. Vale ressaltar que não pode acontecer comunicação entre eles nem mesmo por meio de advogados.

Dois aliados de Bolsonaro já foram presos, sendo eles Filipe Martins, e do coronel do Exército Marcelo Câmara, ex-ajudante do ex-presidente.

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